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Habilite-se a duas noites a bordo de uma Waterlily, na Ria Formosa!

A Waterlily Boats vai sortear no próximo dia 8 de Abril uma estadia de 2 noites para quatro pessoas, a bordo de uma Waterlily, na Ria Formosa.
Para participar no sorteio partilhe a publicação referente ao sorteio e faça like na página da Waterlily Boats. O vencedor será anunciado dia 08 de Abril, pelas 20h.
Se quiser visitar a Waterlily só precisa de gostar da página e escrever um comentário na publicação em causa, sobre as suas férias de sonho, e enviar o seu e-mail por mensagem privada para receber um dos 100 bilhetes de entrada na Nauticampo, que se realiza de 4 a 8 de Abril.

Participe e boa sorte!

Waterlily

É com entusiasmo que acompanhamos o crescimento do fenómeno Waterlily, uma criação da Composite Solutions, que promete transportá-lo para o meio natural sem abdicar do conforto da sua casa.
Todo o processo de engenharia e design foi desenvolvido pela CS, ambicionando a promoção de uma conexão profunda entre as pessoas e a natureza. Como tal, a própria embarcação respeita o meio ambiente, sendo energeticamente autossuficiente, movida a energia elétrica e equipada com tanques de armazenamento de desperdícios. Este veículo é uma embarcação de recreio, projetada para navegação em águas calmas, como lagoas, albufeiras, rias, e rios, onde a ondulação não ultrapasse os 30cm e a corrente não seja muito forte. Neste momento, a Waterlily encontra-se na marina da Vagueira, Aveiro, contando já com várias viagens pela ria, provocando sempre sorrisos e surpresa aos seus passageiros visitantes e transeuntes das margens da ria. Conheça a opinião do jornal Público P3.

Sendo a deslocação assegurada por motores elétricos os níveis de ruído também são reduzidos, contribuindo para um superior relaxamento dos ocupantes.

Interessado? Visite o site da Waterlily Boats para conhecer mais detalhes da Waterlily.

Imagem por Adriano Miranda, Jornal Público.

Trata-se de uma boia com dupla nacionalidade, portuguesa e sueca, que produz, pelo menos, três vezes mais energia que uma eólica.

 

Uma parceria entre uma startup portuguesa e uma empresa sueca, a Corpower Ocean, permitiu desenvolver um novo sistema de geração de energia, através das ondas, mais resistente e mais barato do que os sistemas apresentados e testados até agora.

Foi criada uma boia, que embora ancorada ao fundo do oceano, consegue produzir energia com a oscilação provocada pelas correntes e pelas ondas.

Na primeira fase que agora termina, e que contou com a colaboração da startup portuguesa Composite Solutions, foram investidos seis milhões de euros. Na próxima etapa, que corresponde à montagem da eletrónica e à fase de testes, serão investidos 15 milhões de euros.

Quantia significativa, mas que o consórcio considera possível de reaver, uma vez que uma boia produz, pelo menos, três vezes mais energia que uma eólica.

A primeira novidade desta tecnologia está no peso. “É uma meia escala e só pesa três toneladas. Inicialmente, em aço, só a estrutura de fora eram 11 toneladas”, explica Ricardo Neta, da Composite Solutions.

A boia construída em Portugal, com 11m de comprimento e 4m de diâmetro, está a caminho da Suécia, onde será testada durante cinco meses. “Vai ter um dry test, ou seja, um teste em seco, onde temos um equipamento a gerar o movimento das ondas. Quando tivermos duas semanas de funcionamento a 100%, com a carga máxima, colocamos o equipamento na água”. O que deverá acontecer no norte da Escócia.

Ricardo Neta explica como funciona a produção de energia na boia: “Temos o movimento de subir e descer, e depois tem um cilindro no interior que guia uma caixa de mudanças, que movimenta geradores, que transmitem a energia por um cabo para terra”.

Esta energia pode ser utilizada por qualquer pessoa, sendo inserida na rede sem qualquer processamento, uma vez que se trata de energia limpa.

E o que este projeto pode ter de bom para Portugal? “A nossa costa é enorme e as indústrias estão no litoral, por isso se tivermos maneira de gerar energia onde ela é necessária todos os custos podem baixar”.

Ricardo Neta fala de um “filão” que Portugal não está a aproveitar: “olhamos para os países árabes que têm o óleo e também queríamos o óleo, mas nós temos o mar, que é capaz de gerar a mesma energia, com menos impacto para o ambiente”.

A apresentação desta nova boia produtora de energia decorreu em Ílhavo, a bordo do navio-museu Santo André.

Na carteira dos benefícios está também a resistência, uma vez que esta tecnologia, construída em Portugal, oferece uma capacidade de enfrentar os piores cenários, como por exemplo tempestades marítimas durante vários dias consecutivos, algo que ainda não era possível até agora.

A energia das ondas é a energia limpa mais eficiente porque não depende do sol ou do vento. Mesmo com pequenas ondas, é seguro que a boia irá oscilar, e com isso produzir energia, sem interrupções.

A startup Composite Solutions iniciou funções em 2014, está sobretudo voltada para o oceano e para a criação de estruturas compósitas para aplicação marítima, e, esta nova boia, é um dos seus principais projetos.

MIGUEL SIMÕES, TSF

 

WITH ALL THAT to-and-fro and ebb-and-flow, the motions of the ocean offer an endless supply of renewable energy. Or they would, if engineers could figure out how to capture that power. Most prototypes for wave-energy converters have been massive and costly, or else they’re torn apart during violent storms at sea. But a Swedish company called CorPower Ocean may finally have a solution. Tests show its new buoy can produce three times as much electricity as the best rival tech, with a far more practical design.

For starters, it’s relatively small: Whereas other devices can stretch hundreds of feet across and weigh well over a thousand tons, CorPower’s bobbing red machine is a mere 26 feet in diameter. Yet a single buoy stationed offshore can generate about 250 kilowatts of power—enough to cover the electricity needs of 200 homes. Wave-power farms could contain hundreds or even thousands of them.

The process relies on three key components: a mooring line that holds the buoy in place and keeps it upright and stable; a device called the WaveSpring that causes the buoy to oscillate in time with incoming waves; and a gear mechanism that converts that bobbing motion into electricity with maximum efficiency. The company’s engineers have tested the wave-energy converters in tanks, and field trials are scheduled for next year.

“CorPower could be the real winner in wave energy,” says Antonio Sarmento, an independent researcher in the field. “Their technology represents a breakthrough.” More like a sea change.

 

CRISTIANO RINALDI, Wired Magazine

Dentro da nova onda de projectos para 2016 a Composite Solutions apresenta o ENDURE, projecto encabeçado pelo INESC, para o desenvolvimento de uma estação de acostagem subaquática para veículos autónomos subaquáticos.

Com a participação de equipas dos Centros de Telecomunicações e Multimédia (CTM) e de Robótica e Sistemas Inteligentes (CROB) do INESC TEC (líder do projeto), iniciou-se, em outubro deste ano, o projeto ENDURE. Este pretende desenvolver uma estação de acostagem (docking station) subaquática para veículos autónomos subaquáticos (AUVs) de forma a permitir a presença em localizações oceânicas remotas por longos períodos de tempo.

O projeto, que termina em março de 2017, inclui, no seu desenvolvimento, uma componente de transferência de potência sem fios para carregamento das baterias do AUV, transferência de dados por WiFi e navegação de alta precisão para a acostagem do AUV na estação.

No âmbito deste projeto está prevista uma demonstração na zona de Lisboa em que será usada uma boia à superfície com capacidade de gerar energia por fontes renováveis, bem como armazenar energia gerada através de baterias. Será utilizado o robô submarino MARES (Robô Modular Autónomo para Monitorização Ambiental), desenvolvido pelo CROB, para executar uma missão pré-definida e posteriormente carregar na estação de acostagem desenvolvida.

Para além do INESC TEC, fazem também parte do consórcio do projeto o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e a MARLO (parceiro norueguês). O INESC TEC é responsável pelos desenvolvimentos técnicos, o IPMA pela definição de requisitos e pelo papel de End-User tecnológico, e a MARLO pela divulgação, disseminação e promoção do projeto, bem como pela definição de modelos de exploração comercial.

As várias atividades do projeto estão a ser coordenadas pelos investigadores Luís Pessoa (coordenador principal) e Rui Campos, ambos do CTM, e por Aníbal Matos do CROB.

O ENDURE tem um orçamento global de cerca de 256 mil euros e é financiado pela European Economic Area Grants (EEA Grants).

Os investigadores mencionados no corpo da notícia têm ligação à UP-FEUP e INESC TEC.

INESC TEC, dezembro de 2015